Wed, 22 November 2006 ![]() Vinho na vineria ou The cow went to the swamp. Comments[1] |
Tue, 14 November 2006 ![]() Vai cuidar da tua vida. Fatti i cazzi tuoi. Comments[0] |
Tue, 14 November 2006 ![]() �rea restrita para atividade rumorosa. Ou não. Comments[0] |
Mon, 13 November 2006 ![]() Não posso dar declarações, para não atrapalhar as investigações. Comments[1] |
Wed, 8 November 2006 ![]() Tem um dinheirinho aà pro táxi? Comments[0] |
Sun, 5 November 2006 ![]() Agora sim, todos vão saber sobre Celsius e Lineu, Olaus e Erik, figuras importantes da cidade sueca de Uppsala e, fato incontestável, do mundo todo. Durante os poréns, Federico classifica essa raça humana (ô racinha!) enquanto Vito se espanta como Deus guarda a santidade quase que só para a Europa. Iscrusive, em época de vacas magras, retorna a campanha. Comments[2] |
Fri, 27 October 2006 ![]() Retomando e continuando. Vito e Jacques vão descrevendo suas aventuras e desventuras nos territórios sÃrio e libanês. Desta vez com quebra pau, óleo de peroba na face, santo estilita, vinhedos fenÃcios e o que mais viesse. Os Lawrences das arábias estupefazem Federico com os relatos de um certo oriente. Confraria fumée é maior que puyssé. Pouilly para todos! Direct download: Podcast_41_-_Vito_e_Jacques_no_Oriente_Mdio_2.mp3 Category: podcasts -- posted at: 7:00 PM Comments[1] |
Sun, 15 October 2006 ![]() O convidado Jacques Georges de Bruxelas associado aos estrangeiros locutores fazem fogo cerrado nas memórias das grandes viagens de Vito e Jacques por uma parte do Oriente Médio. Herdeiros incontestes de Lawrence da Arábia, Vito e Jacques retornam em suas lembranças aos suks, hamans, funduqs e quejandos. Procuram lembrar aos tresloucados de hoje, de todos os matizes, que as raÃzes são bem lá para trás. Mira quidem, sed tamen acta, loquor. Confraria dos Alcachoras reunida é mais Pomodoro na certa. Direct download: Podcast_40_-_Vito_e_Jacques_no_Oriente_Mdio_1.mp3 Category: podcasts -- posted at: 8:45 PM Comments[0] |
Sat, 14 October 2006 ![]() Em bom e alto catalão, "Fotuts y mal pagats". Comments[0] |
Sat, 14 October 2006 ![]() Taco agulha nunca é demasiadamente alto. Tchiquitum, tchiquitum! Comments[0] |
Thu, 12 October 2006 ![]() Quem pode, pode. Quem não pode, sacode a pó-eira e dá a volta por cima. Comments[0] |
Thu, 5 October 2006 ![]() Os indescritÃveis locutores conversam com Leonardo Gioachino Ponziano Michelangelo Rafaello Guglielmo Fiorentino PrÃncipe dei Medici-Doria em jantar a convite do próprio. Alguns dos assuntos tratados com desenvoltura pelo PrÃncipe Leo (somente para os Ãntimos): vinho produzido em ilhas; diferenças e semelhanças nas eleições no Brasil e na Itália; economia e ecologia; pizza em Las Vegas e cappuccino em Miami. Modestamente! Comments[0] |
Thu, 5 October 2006 ![]() A Norma fica querendo mandar onde não foi chamada. Comments[0] |
Thu, 5 October 2006 ![]() O cartão de visitas é o que conta. Comments[0] |
Mon, 2 October 2006 ![]() El-Gabal e as conseqüências do poder absoluto. Comments[0] |
Thu, 28 September 2006 ![]() Turista dá um caldo legal na Itália. O meu com molho, por favor! Comments[0] |
Thu, 28 September 2006 ![]() Roma de todos os santos. Comments[0] |
Thu, 28 September 2006 ![]() Anauê! e os "camiccia nera". Comments[0] |
Wed, 27 September 2006 ![]() Depois da meteórica participação no Programa 37 retorna Jacques Georges de Bruxelas, agora no estúdio peripatético da Rádio Rosso Pomodoro. Junto com aqueles dois locutores loucos de pedra conta de sua visão de Roma, do viver na Bélgica e segue o mau caminho traçado por Federico. Do mais exclusivo restaurante no gueto de Roma à Enoteca mais recôndita e surpreendente do Trastevere, os integrantes da Companhia da Alcachofra discorrem sobre suas pessoais filosofias epicuristas. Aviso aos ouvintes: Vito se deu bem... Nasdarovia! Da svidania! Direct download: Podcast_38-_Jacques_no_Piperno_e_no_Trastevere.mp3 Category: podcasts -- posted at: 9:16 PM Comments[1] |
Sun, 24 September 2006 ![]() Usando os meios potentes da Rádio Rosso Pomodoro, Vito e Federico conversam soltamente com Sérgio Vieira, demiurgo do Podcast Impressões Digitais que estava lá longe no túmulo do Samba. Utilizando conexão internet de quinta categoria, por cortesia das estréias tecnológicas e novidadeiras, o resultado audÃvel não está lá grandes coisas, mas, ainda assim, o nÃvel manteve-se e elevou-se. Presente também no Estúdio A, Jacques Georges de Bruxelas, tomando vinho italiano de cepa francesa e respondendo quando provocado. Outro convidado "en passant" do podcast pomodoriano. Comments[0] |
Mon, 21 August 2006 ![]() Refletindo sobre a arte, vai Vito Andolini declamando sobre os sÃmbolos na pintura renascentista e pré-renascentista. Motos barulhentas e comida umbra fazem a delÃcia do locutor destemido, ajudando-o a destemperar sua lÃngua. Ouçam sobre o flautista que faz quem tem sensibilidade chorar. O programa mais minimalista do Rosso Pomodoro. "Jesus' blood never failed me yet. This one thing I know, for he loved me so." Comments[3] |
Wed, 9 August 2006 ![]() Vito tem um ataque de Stendhalismo ao final deste giro em Florença. Conheçam também o Monstro de Florença. Não, não é o locutor destemperado. Esperando sua vez, Vito Andolini elucubra sobre cinema e crimes na cidade florentina e nas terras toscanas. Comments[3] |
Tue, 1 August 2006 ![]() Na cidade das artes e dos Medici, de Dante Alighieri, Savonarola et alii, Vito Andolini dirigiu-se para respirar mais daquela civilização. Ordas de turistas frustrou-lhe o desejo de aprofundamento, o que não significa que aquele locutor não tenha mergulhado com mais vontade ainda nos sabores e histórias florentinos. Da estação central até a Praça Pitti, atravessando o Rio Arno, Vito toca de leve no que vê, abastece-se com um cappuccino que é outra obra de arte e desnuda a descoberta da América. O presente programa é resultado de uma remexida nos arquivos dos Estúdios da Rádio Rosso Pomodoro. Comments[2] |
Thu, 20 July 2006 ![]() Em visita ao chamado estilo regionalista, Vito Andolini e Christian Gurtner, convidado especial, repassam pensamentos leves, não menos profundos, sobre sua terra comum, Belo Horizonte e/ou o Mundo. Estimado criador do Podcast Escriba Café, Christian improvisa com a mesma verve de seus shows - preciso e meticuloso - os temas lançados por Vito. Um programa jazzistico, dirias, ora pois! Comments[1] |
Thu, 13 July 2006 ![]() Vito e Marcelo Oliveira continuam suas andanças, bebanças e conversas na capital da Baviera. São reconhecidos, até na Alemanha, como grandes podcasteiros internacionais pelo grande blogueiro de Munique, artista e relações públicas Thomas Übelacker. AÃ, engatam numa conversa onde nem um pentelhésimo foi gravado para este programa. Grato, de novo, ao Fritzlândia Project. E também ao Thomas... Comments[3] |
Thu, 6 July 2006 ![]() Numa saudável tertúlia, Vito, um dos apresentadores deste Podcast, encontra-se com Marcelo Oliveira, grande produtor expatriado do podcast Fritzlândia Project. Idéias que só podem nascer do bom vapor dos sucos da cevada com malte da Baviera. Os dois locutores - um baseado (hum!!) na Itália, outro na Alemanha - acrescentam às orelhas dos ouvintes mais informações, alegria e reflexão. Comments[3] |
Thu, 29 June 2006 ![]() Terminamos de dissertar sobre a juventude de Orson Welles e continuamos pela sua vida adulta adiante. Programa recheado de informações, de detalhes, com laivos incontestáveis de genialidade e fumos de estar se tornando uma superprodução. O Estúdio A continua cercado de marcianos, tendo até mesmo ocorrido naquele local um pouso de alienÃgena ao fim da gravação (não creditado). Continua. Comments[0] |
Thu, 22 June 2006 Sob o indispensável patrocÃnio do Ouvidor Geral, Vito e Federico dirigem-se ao Antico Cafe del Moro e divagam, com o proverbial conhecimento de causa e causos, sobre a vida e suas relações sensÃveis com o balÃpodo. Uma superprodução, com a união dos Estúdios A, B e C. Durante o jogo Brasil x Japão, na Copa do Mundo 2006, os cinco sentidos aguçados, a cabeça ativa, a lÃngua destra segue as firulas, os dribles e os infindáveis assuntos que surgem não se sabe de onde. Deles mesmos, os queridos locutores, a matéria da qual é feita nossos sonhos. Bola prá frente que atrás vem gente e quem tem traseiro tem medo. Comments[3] |
Thu, 15 June 2006 ![]() Eis a retomada dos programas da linha de frente. Numa locupletação do desejo inconfessável do ouvinte em saber mais sobre cinema, aqueles dois podcasteiros dissertam - sempre com conhecimento de causa - sobre vida, obra e milagres de Orson Welles. Seguindo de longe a Guerra dos Mundos, Vito e Federico tentam falar tudo no pouco tempo que resta antes dos alienÃgenas atacarem, à traição, o Estúdio A. "To be continued" Comments[0] |
Sat, 10 June 2006 A partir de 1972, "O ARQUIVO", do escritor "VITOR GIUDICE", foi o conto brasileiro mais publicado no mundo: 28 vezes no Brasil, 4 nos EUA, 3 na Argentina, 3 na Bulgária, 2 no México, 2 na Nicarágua, 1 na Colômbia, Polônia e Alemanha ( como estas informações são antigas, é provável que atualmente estes números já tenham mudado). Em 1991, Federico Pindorano reuniu um grupo de amigos e um equipamento do arco da velha e adaptou, em vÃdeo, esta obra prima da literatura brasileira. Foram dois dias inteirinhos de divertimento para que o "filme" ficasse pronto. Com vocês, o áudio desta empreitada. Comments[0] |
Sun, 28 May 2006 Federico Pindorano faz uma leitura integral do texto "MANIFESTO CONTRA O TRABALHO", do Grupo Krisis. Comments[6] |
Fri, 26 May 2006 O episódio de encerramento da série que mudou o mundo todo da Rádio Rosso Pomodoro. Só que desta vez Vito Andolini reduz-se a falar dos tristes paÃses temperados, mostrando que enquanto houver tribos, haverá "antropological blues". A burocracia, o cinismo, a repressão, a desorganização é pior, acreditem, que nos tirstes trópicos. Por fim, fumaças lânguidas sobem aos cabelos de Vito, quando todos já pensam em esquecer. Comments[0] |
Sat, 20 May 2006 ![]() Preparo minha macarronada “fusionâ€? com os condimentos de um ponto de vista isolado, contemporaneamente fragmentado, irremediavelmente único, ainda que eventualmente condividido. Sigo cozinhando tais receitas em solitário rotineiro ofÃcio, como quem pilota um fogão na contra-mão. Misturo restos guardados de notÃcias e demais detritos pescados no freezer poluÃdo que é o oceano da rede mundial de processadores interligados ao liquidificador de minha cachola. Descarto, o quanto posso, os nacos deteriorados pela ideologia, posto o mal reconhecido que fazem à liberdade gastronômica do pensamento. Eis, recém saÃda do forno, a indigesta refeição fumegante, a oferta do prato do dia. Sento-me à beira da mesa situada num dos muitos lugares ou não lugares de nosso mundo. Qualquer que seja a nacionalidade do menu que é necessário saborear, afim de sobrepujar a humana fome, em tudo sinto-me sempre, e cada vez mais, como o estrangeiro de Claude Levi-Strauss. Alguém está servido? A comida é farta, chega para todos. Comments[0] |
Tue, 16 May 2006 Tentando entender da economia dos Tristes Trópicos. Talvez seja a mesma coisa de tentar entender as mulheres. Nem Freud explicou e Lacan tentou, mas deixou prá lá...Tem também trabalho inútil para justificar um projeto de salvação social. "Todo mentira!" E Vito dá satisfação aos ouvintes que tiveram paciência em intervir enquanto é tempo. Comments[2] |
Sun, 14 May 2006 Continuando suas andanças pelo Brasil, Vito Andolini sofre um furto, engasga tomando um café, em inglês, e chama pra briga fodões com armas, desde que aqueles venham sem seus trabucos na Trabucolândia.Sobreviverá o insuspeitado locutor? Comments[1] |
Sat, 13 May 2006 Desta vez não tem degustação de vinho porque simplesmente não dá.Vito arregala os olhos e revolve o estômago, mais uma vez (até quando), com operações do comando-mor da locomotiva do Brasil. Resistirá nosso intrépido locutor? Comments[0] |
Fri, 12 May 2006 Aquele locutor, cada vez com os olhos mais estatelados, testemunha o horrosr o horror! Primeiro, ao vivo e em cores e, depois, na televisão. Mas não acredita nos seus olhos.Fica em dúvida quanto a acreditar também nos Tristes Trópicos. E finalmente um ataque de náuseas causa engulhos indescritÃveis. Vamos em frente no desbravamento já mais do que desbravado, porém esquecido... Comments[1] |
Thu, 11 May 2006 Neste episódio, indagações perigosas sobre o Patrimônio histórico da Terra Papagalis. Quem viver continuará não vendo.O locutor destemido até à loucura volta a insistir na cachaçada. Coitado dele, quem mandou! E "eu tou doidão!" Comments[1] |
Wed, 10 May 2006 De passagem pelo Brasil Vito Andolini manda recados em pequenas balas. Garrafas jogadas ao mar, pérolas aos porcos, desperdÃÂcios humanos no ventilador... Seja o que for Rosso Pomodoro manda adiante.Neste episodio de estréia da série, o locutor cada vez mais intemerato apresenta os ajustes e balizas onde a bola vai correr solta. Molhando a goela com falsificações dignas de fazer tremer os profissionais do ramo. Comments[1] |
Tue, 4 April 2006 Olha aàos intemeratos locutores a comentar o final da visita de Vito Andolini a Estocolmo. Nesta segunda parte são as tomadas externas na capital sueca. E, para encher o tanque, uma paradinha no Ice Bar. Após reunião interna, foi concedida digressões maiores sobre os vinhos consumidos pelos palradores desatados. Comments[5] |
Sat, 25 March 2006 Pois bem, enquanto se espera o escravo abana, ou algo desse naipe, já dizia o ditado.
Primeira parte da Ópera terminada é necesseario um pequeno intervalo para respirar. Aguinha fresca pros ouvintes e toalhas brancas em profusão para os locutores. O Ouvidor Geral conseguiu colaboração de todos os lados. Mas como ele não é o chefe, Vito Andolini aparece para comentar. Comments[3] |
Sat, 11 March 2006 Vito Andolini, sob o patrocÃÂnio do Ouvidor Geral, continua desbravando o continente europeu.
O locutor destemido faz um relato substancial do Nobel, suas histórias e fofocas. Dá um pulinho pulado na história sueca desde a idade do Bronze. Cumprimenta vikings e filosofa nas ruas. Comments[2] |
Sat, 4 March 2006 Na Igreja Negra de BraÅŸov, Romênia, Vito Andolini e Xeque Elias encerram sua viagem naquele paÃs.
Ehi, ragazzi! Faz-se aquilo que se pode. Influências húngaras e germânicas no povo romeno da região da Transilvânia. Comments[0] |
Thu, 23 February 2006 ![]() O Ouvidor Geral, Horácio Santos, puxou a orelha dos locutores insuflando-os a trancafiarem-se num estúdio do inÃcio ao fim de mais uma produção Rosso Pomodoro. Biscoitos finos são distrÃbuidos para uma audiência seleta cujos ouvidos são treinados a entenderem um discurso completo durante a degustação de palavras bem escolhidas ditas no momento adequado. Um experimento em locução e improvisação com seus temperos de seriedade e jocosidade cuidadosamente mexidos na panela. Comments[3] |
Wed, 15 February 2006 ![]() Vito Andolini e Xeque Elias conseguiram entrar no Castelo de Bran, considerado o castelo de Drácula, para inglês ver. Um pouco da história do Castelo foi contada em entrevista especial. Os intimoratos viajantes conseguiram, no final da jornada, escapar de outra armadilha. Comments[2] |
Thu, 9 February 2006 Com o pé na estrada Vito Andolini e Xeque Elias vão de Bucareste até Braşov e de lá atė Bran. Tudo ainda na Romênia.
Considerações sobre o PrincÃpe Vlad (vulgo Conde Drácula), sobre a natureza humana e os mistérios do nariz árabe. Tudo isso e muito mais enquanto se aproximam do Castelo de Bran, pouco a pouco, com cautela e respeito, que todo mundo gosta. Comments[2] |
Tue, 31 January 2006 ![]() Grandes viagens continuam sendo feitas. Com comentários de tudo o que acontece em volta. Vito Andolini e Xeque Elias vão desbravando os recantos insuspeitados de Bucareste, na Romênia. Caminhando pela capital entramos até no Patriarcado Ortodoxo e depois na Sinagoga. Ecumenismo total. A certo ponto, sentados na calçada, começam a chutar o balde em comentários filosófico-psicológico-polÃticos. "Caiga quien caiga!" (Tradução: Doa a quem doer. Viu, Collor! Não era "duela a quien duela".) Comments[1] |
Thu, 19 January 2006 Federico muda seu advogado. Agora contrata um lombardo. Ainda nada feito pois continua tendo que voltar para casa ao sair dos estudios RP.
Aqueles dois locutores malucos apresentam o programa sobre uma visita de Vito a Orvieto. Acompanhem no Duomo uma visão do Apocalipse. Comments[0] |
Thu, 5 January 2006 ![]() Na Romênia, vão Vito Andolini e Xeque Elias (já ouvido no programa sobre a Bulgária), tomando suas mútuas impressões. Nada de poupar o ouvinte das filosofias de fundo de quintal. Federico fez seus comentários, muito a propósito, no estúdio A. Bucareste, a capital, foi a escolha óbvia para começar nova jornada, audaciosamente indo onde poucos estiveram. Comments[0] |
Thu, 29 December 2005 Advogados da Calábria, para Federico, e da SicÃÂlia, para Vito,
conseguiram"habeas corpus" para os dois locutores destemidos e cagões
que sequer fugiram quando a polÃÂcia cercou-os.
Os apresentadores enfrentam uma conversa extremamente profÃÂcua e cheia de besteiras, como sempre. Depois apresentam terras shakesperianas, não a da imaginação do escritor mas a real, Verona. Rapidinha nas ruas e demorada em Julieta. Na casa da musa, ora pois! Comments[6] |
Sat, 17 December 2005 Não adianta disfarçar. Nem esconderem-se. Esses locutores foram pegos. E vão para a cadeia.
O nÃvel de besteiras ultrapassou o limite aceitável no Planeta Terra. Os medidores da Voyager, da Enterprise e da Estção Deep Space Nine, nas fronteiras do universo conhecido, captaram tudo e mostraram o resultado criminoso consultando a tabela Bozo de baboseiras por minuto. Assim não dava. E agora quem poderá defender aqueles dois locutores fichados? É o que veremos. Sem deixar de lado piadas, informação e degustação. Inclui-se uma masturbação quase mental. Comments[4] |
Thu, 1 December 2005 É bom ir limpando a cera dos ouvidos. O confrade Rodrigo Roal estava sossegado no canto dele, até que nós alcançamos o som do cara com o nosso tsunami de tomates estridentes.
Para os ouvintes de todos os tons, um pequeno extrato deste músico e compositor tupiniquim inédito, tudo de graça para vocês deitarem, rolarem e cantarem para os vizinhos, sem medo de desafinar fora da bacia. Agora chega de papo: Senhor DJ, som nas caixolas que o show já vai começar. Comments[1] |































Tentando entender da economia dos Tristes Trópicos. Talvez seja a mesma coisa de tentar entender as mulheres. Nem Freud explicou e Lacan tentou, mas deixou prá lá...
Continuando suas andanças pelo Brasil, Vito Andolini sofre um furto, engasga tomando um café, em inglês, e chama pra briga fodões com armas, desde que aqueles venham sem seus trabucos na Trabucolândia.
Desta vez não tem degustação de vinho porque simplesmente não dá.
Aquele locutor, cada vez com os olhos mais estatelados, testemunha o horrosr o horror! Primeiro, ao vivo e em cores e, depois, na televisão. Mas não acredita nos seus olhos.
Neste episódio, indagações perigosas sobre o Patrimônio histórico da Terra Papagalis. Quem viver continuará não vendo.
De passagem pelo Brasil Vito Andolini manda recados em pequenas balas. Garrafas jogadas ao mar, pérolas aos porcos, desperdÃÂcios humanos no ventilador... Seja o que for Rosso Pomodoro manda adiante.
Olha aÃÂ os intemeratos locutores a comentar o final da visita de Vito Andolini a Estocolmo.
Pois bem, enquanto se espera o escravo abana, ou algo desse naipe, já dizia o ditado.
Vito Andolini, sob o patrocÃÂnio do Ouvidor Geral, continua desbravando o continente europeu.
Na Igreja Negra de BraÅŸov, Romênia, Vito Andolini e Xeque Elias encerram sua viagem naquele paÃs.


Com o pé na estrada Vito Andolini e Xeque Elias vão de Bucareste até Braşov e de lá atė Bran. Tudo ainda na Romênia.

Federico muda seu advogado. Agora contrata um lombardo. Ainda nada feito pois continua tendo que voltar para casa ao sair dos estudios RP.

Advogados da Calábria, para Federico, e da SicÃÂlia, para Vito,
conseguiram"habeas corpus" para os dois locutores destemidos e cagões
que sequer fugiram quando a polÃÂcia cercou-os.
Não adianta disfarçar. Nem esconderem-se. Esses locutores foram pegos. E vão para a cadeia.
É bom ir limpando a cera dos ouvidos. O confrade